31 de março de 2011

Amanhã, vou mudar o rumo,
das lágrimas, cansada.
Amanhã, abro a arca,
largo as pedras, ergo os olhos.
Amanhã, desde cedo girassol,
giro o mundo.
Amanhã desfaço o prumo
da certeza.
Não me aprisionará
com o medo, com o certo.
e tonta e tanta
pensarei em borboletas,
Amanhã, vou voar.