Não traga respostas para minha dor, e nem aproxime suas perguntas da minha cura, pois as reticências se prenderam ao som da rude resposta de sua voz. Não havia veludos na sua alma. O sopro era como pedras jogadas no rio… Um barulho que machucava o coração e a ausência de qualquer som em forma de cores. Não sei ao certo se foi pela minha imprudência ou pela sua intolerância, mas as respostas ficaram cravadas na interrogação da dor, ou talvez na perda das sensações...